Resenhas

Aqui estão algumas resenhas, críticas e comentários sobre os meus contos publicados em antologias.

Necrochorume

Glau Kemp – Boca do Inferno

“Um pai e um filho, na tentativa de uma reaproximação, vão acampar em uma pequena cidade. O menino percebe que há algo estranho no lugar e com as pessoas que vivem nele, mas o pai deseja relembrar a própria infância e o prazer de estar em meio à natureza e pescar. O homem contorna os contratempos com empolgação e ignora os sinais de alerta. A história é bastante sombria e tem um desfecho muito intrigante e eu realmente queria que o conto fosse um pouco maior. Foi surpreendida em uma cena muito boa no maior estilo Lovecraft e esse se tornou um dos meus contos preferidos no livro”.

http://bocadoinferno.com.br/literatura/2017/09/narrativas-do-medo-2017/

Abismos Insondáveis

A. Z. Cordenonsi – Satélite Vertebral

Abismos Insondáveis apresenta um detetive incauto que acaba se envolvendo em uma briga ancestral pela posse de um artefato que pode invocar os Deuses Antigos. Duda Falcão desenvolve um thriller de suspense, onde o terror permanece nas bordas, no que não é dito, nas possibilidades infindáveis. A narrativa é rápida e envolvente e o final, inquietante”.

http://satelitevertebral.blogspot.com.br/2014/05/resenha-ascencao-de-cthulhu.html

Rafael Noris – Coisas Horrorosas

“O detetive Rafael Malinoski é contratado por uma senhora para encontrar sua encomenda, que fora furtada ao chegar no país, um objeto parecido com uma joia. No entanto, cultistas parecem ter conseguido o objeto e conforme ele avança em sua busca, mais ele vê sua vida em perigo. Um conto dividido em pequenos capítulos, capítulos que mais parecem degraus para algum porão, pois a cada passo a trama fica mais sombria”.

www.coisashorrorosas.com.br/2014/05/resenha-ascensao-cthulhu.html

Andrio Mandrake – Sonata aos meus fantasmas

“Temos contos com um toque pulp fiction (Ascensão de Cthulhu), como o conto Abismos Insondáveis, de Duda Falcão, onde um detetive é contratado para ir atrás de uma joia roubada, contudo, a trama nunca é tão linear nesta ambientação mítico-aterradora”.

http://sonataaosmeusfantasmas.wordpress.com/2014/06/14/ascensao-de-cthulhu/

Marcos de Sousa – Desbravadores de Livros

“Outro conto que eu gostei imensamente (Ascensão de Cthulhu) e vale a pena ser comentado é Abismos Insondáveis, de Duda Falcão. Nessa parte da obra, fugimos do abstrato do conto mencionado anteriormente e caímos na realidade, no tangível. Um investigador particular é contratado para investigar uma determinada peça roubada que, aparentemente, era mística. Porém, ao invés de uma joia, o investigador encontra algo muito mais transcendente.
Numa mistura de terreno e sublime, Duda parte do agora, do presente, para o terrível e monstruoso. O terror se desenha de uma maneira mais branda até o mais forte, onde a vida faz apenas parte de um jogo. Duda demonstra, assim como todos os outros autores, um talento incrível e uma facilidade para cativar completamente o leitor”.

http://desbravadoresdelivros.blogspot.com.br/2014/06/resenha-ascensao-de-cthulhu.html

O vampiro cristão

Nerd Geek Feelings

“O Vampiro Cristão” de Duda Falcão aborda um conflito curioso de um monge beneditino transformado em vampiro, que insiste em cultivar sua fé, mesmo séculos depois de sua transformação. É o conto com mais criaturas fantásticas, pois o protagonista convive com uma fada e confronta-se com demônios.

É uma ótima fantasia moderna que reserva ao leitor uma bem sacada surpresa decorrente do pacto que o vampiro faz com a fada, que não apenas sugere um crossover entre aquele universo e uma história muito conhecida, como torna-o um forte candidato a ganhar uma continuação”.

Surtos Literários
“Podem imaginar isso? Um demônio sendo exorcizado por um vampiro que nunca conseguiu largar a batina ou perder a fé? Tampouco bebia sangue humano….
Maravilhoso! Criativo ao extremo. Dou destaque à fada!”

http://surtosliterarios.blogspot.com.br/2015/10/resenha-vampiros-avec-editora.html

Café e Espadas

“Essa história mistura o bem e o mal, o sacro e o pagão – demoníaco, caso prefira – em um único personagem.

O Vampiro Cristão já entrega a ideia central do conto logo no seu título: um padre que foi amaldiçoado por um vampiro, como que em um tom de desafio, para ter a sua fé diretamente confrontada pela sua nova natureza vampírica.

A história em determinados momentos adquire tons dramáticos, e mostra todo o sofrimento e a dualidade do novo ser do protagonista – e o autor aproveita muito bem esse enredo elegante, com diversos desenvolvimentos possíveis”.

http://cafeeespadas.blogspot.com.br/2014/11/resenha-colecao-sobrenatural-volume-1.html

Mob Ground

“(…) um exemplo da clássica frase de Mark Rein-Hagen “seja bom apesar de si”.

http://mobground.net/review-colecao-sobrenatural-vol-01-vampiros/

Paty – Portal Ju Lund

“Neste conto algumas teorias são postas por terra. Você já ouviu falar em um padre-vampiro? Pois então descobrirá que não é impossível e que todos podem se adaptar a determinada situação, só pela força de sua fé”.

http://portal.julund.com.br/resenhas/colecao-sobrenatural-vampiros-resenha-avec_editora

Antigos

Lili Machado – Skoob

“A verdade significava poder. Os indivíduos comuns não estavam preparados para lidar com fatos verídicos. A revelação do segredo geraria novas crenças, e novos deuses para serem adorados. – concordo
O conhecimento histórico é analisado como uma ferramenta de dominação. A história normalmente é contada pelos vencedores, sem a perspectiva dos derrotados. O personagem principal procura tomar ciência da sua origem e como o mundo atingiu o estado atual. Após a extinção dos humanos, descobrimos um mundo onde outra espécie descendente da nossa, herdou a inteligência humana e procura desvendar o passado. O conceito de ser humano é relativo; o importante é ser racional. O conto termina deixando o leitor desejando algo mais.”

http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/233324

Ednelson – Skoob

“Em Antigos, o conhecimento histórico é analisado como uma ferramenta de dominação. É do conhecimento de todos que a história normalmente é contada pelos vencedores, sendo a perspectiva dos derrotados conhecida somente mediante a exposição de alguém que trabalhe para nos trazê-la. O texto é dividido em cenas-ambientes, o que faz o leitor sentir-se ao lado do personagem principal que procura tomar ciência da sua origem e como o mundo atingiu o estado atual. Apesar de estarmos muito perto do protagonista, acabamos nos surpreendendo com uma revelação”.

http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/233324

Tatiana Inda – Leitora Viciada

“Assim como todos os contos e noveletas que me recordo de ter lido do Duda Falcão, este também possui uma estrutura planejada, com o conto dividido em partes.
Em Antigos, após a extinção dos humanos descobrimos um mundo onde outra espécie descendente da nossa que herdou inteligência humana e procura desvendar o passado.
Muito criativa a escolha e o desenvolvimento desse novo mundo e suas características. Chocante em alguns aspectos, pois ao mesmo tempo são tão diferentes e tão parecidos conosco!
Gostei em como passa a mensagem de que cultura, busca por conhecimento e dúvidas são mais importantes que a força bruta. Como o conceito de ser humano é relativo; o importante é ser racional.
Apenas resumiria a parte explicativa; ela é essencial, mas eu a encurtaria um pouco e estenderia a parte da ação, mais ao final, que foi curta demais. Acho que a intenção foi certamente a de causar esse impacto, mas o conto termina deixando o leitor pensando que deseja um algo mais, embora todas as peças tenham se encaixado e eu adorado o texto”.

http://www.leitoraviciada.com/2012/08/2013-ano-um-varios-autores-editora.html

Desfile

Leitor Cabuloso

“O circo está na cidade! Mas não é um circo qualquer! Ele promete trazer criaturas nunca antes vistas, um espetáculo inesquecível. A população fica maravilhada com o desfile. Vão quase todos até o espetáculo. Mal sabiam o que estava reservado para elas. Um conto bastante interessante. Gostei pelo fato do autor acrescentar animais e seres mitológicos na trupe do circo. E o mistério do final fechou com chave de ouro”.

http://leitorcabuloso.com.br/2012/05/resenha-le-monde-bizarre-o-circo-dos-horrores-varios-autores/

Carol Mancini – Blog

“Duda Falcão, em ‘Desfile’ traz no início de seu conto, uma verdadeira caravana da fantasia, feito uma apresentação rápida de um espetáculo de comédia dell’arte, colorido e fascinante, porém, com um toque de bufão, forte e sarcástico. Seu melhor fica por conta do mistério e do que não foi dito, nos deixando à deriva do mal promovido pela companhia”.

http://carolinamancini.blogspot.com.br/2012/04/le-monde-bizarre-o-circo-dos-horrores.html

Stephenking.com.b

Le Monde Bizarre: O Circo dos Horrores está chegando na cidade. Num desfile pelas ruas principais, as incontáveis aberrações são inicialmente apresentadas para um público boquiaberto. Mal sabem eles que coisas mais bizarras ainda acontecerão na primeira (e única) apresentação da trupe pela cidade…”.

http://www.stephenking.com.br/dica-literaria-da-semana-le-monde-bizarre-o-circo-dos-horrores/

A pena do corvo

Amanda Leonardi – Litera Tortura

“Recomendo A Pena do Corvo como mais um dos melhores contos inspirados em Poe”.

http://literatortura.com/2013/07/poe-200-anos-autores-nacionais-escrevem-contos-inspirados-em-edgar-allan-poe/

Anônimo – Comentário no Site Contos de Terror

“É realmente muito difícil fazer uma homenagem digna de Poe, porém você se provou a altura do mestre. Parabéns! Espero ler outros contos seus em breve!”.

Anônimo – Comentário no Site Contos de Terror

“Que conto genial, parabéns ao autor! Li de uma sentada, como diz Poe que contos devem ser lidos, adorei as referências a Poe, a obsessão do personagem crescendo pela história, ficou bem estilo Poe, incrível mesmo! Desde os contos de Poe e de Maupassant que eu não lia nada tão bom”.

http://www.contosdeterror.com.br/index.php/contos-fantasticos/238-a-pena-do-corvo.html

Missa Negra

Desbravadores de Livros – Marcos de Sousa

“O último conto, Missa Negra, de Duda Falcão, é narrado em primeira pessoa e apresenta um cenário desolador. Em uma cidade pequena, as plantações secaram e as pessoas estão passando necessidade extrema. Porém, em uma fazenda, inexplicavelmente, há fartura. Com fome e com medo, os fazendeiros começam a desconfiar de bruxaria. Neste conto encontramos a narrativa mais pesada e sombria do livro, mas também uma das melhores, junto com a do Christopher Kastensmidt. Duda Falcão enfoca o aspecto mais demoníaco das bruxas. Os mais medrosos sentirão pavor, muito provavelmente. Porém, é de se admirar a capacidade do autor de transmitir as sensações através das palavras”.

http://desbravadoresdelivros.blogspot.com.br/2014/08/resenha-sagas-o-martelo-das-bruxas.html#more

Jon Fernandes – Literatura de Cabeça

“Toda a atmosfera criada por Duda me lembrou Lovecraft, de alguma maneira. Nesse conto as Bruxas estão realmente ligadas a Antiga Arte da evocação e adoração em um Sabbath dedicado a Satã. Se historias eram contadas erroneamente sobre as antigas bruxas européias, aqui Duda faz com que essa história crie vida e ambienta da melhor forma possível, para transformar esse conto em o melhor do livro. Confesso que fiquei pensando quando Cthulhu ou Yog Sothoth iriam vir para o conto de horror criado por ele”.

http://www.literaturadecabeca.com.br/resenhas/resenha-historia-de-bruxaria/#.U8QF-PldV1Y

Tatiana Inda – Leitora Viciada

“Missa Negra é uma história macabra e de terror passada no interior do Brasil. Aqui a bruxaria é utilizada de forma maligna, a responsável pela terra infértil e pela escassez na produção da fazenda do protagonista e arredores. Ele se recusa a aceitar o pensamento medieval da comunidade onde vive: os infortúnios são consequência de bruxaria. E os culpados seriam, segundo a população local, os novos vizinhos, uma família comum, mas a única que parece não ter sido atingida pela desgraça. Ele terá de descobrir que talvez esteja errado e que a magia negra está bem próxima.
Gosto de histórias aparentemente simples, mas completamente bem estruturadas e de trama intensa. É o caso desse conto, simples, mas excelente”.

http://www.leitoraviciada.com/2012/05/sagas-volume-3-martelo-das-bruxas-de.html

Pat Kovacs – Alternativos e Independentes

“Inspirado nas musicas da Black Sabbath, o conto mostrou o lado obscuro e tétrico da bruxaria, aquele mesmo que por todos os séculos – e ainda hoje – foi disseminado como sendo verdadeiro.
A Magia não tem cor nem moral: ela é neutra. O praticante que dá o tom para obter o resultado que deseja. Mas, aqui, o autor mostrou o pior lado. O lado de pessoas más que manipulam as energias da natureza para propósitos malignos e mesquinhos.
O protagonista sem nome faz a narrativa da história, e começa contando sobre todas as desgraças que ocorreram na pequena cidade para onde se mudou há pouco tempo. Plantações e solos arrasados; nascimentos de aberrações; animais morrendo de fome; as forças da natureza agindo com severidade; pragas de insetos.
Enquanto as desgraças se abatiam sobre todos da pequena cidade, apenas uma família e sua propriedade prosperavam… e isso despertou a desconfiança do restante da população.
Até que, numa noite, o protagonista descobre o mistério que envolvia os vizinhos prósperos e até mesmo a sua esposa! Despertou no meio da madrugada, embriagado pelo estranho chá que a esposa lhe servira antes de deitar, e sentiu-se compelido a sair de casa e adentrar na mata próxima. De tocaia, acabou por presenciar uma infame ‘missa negra’, em que até o diabo deu o ar de sua graça, ironicamente falando, é claro.
Bem, dentre tantas histórias defendendo a benevolência das bruxas, de vez em quando uma do contra vem quebrar a rotina…”.

http://alternativosindependentes.blogspot.com.br/2012/03/resenha-sagas-3-martelo-das-bruxas.html

Carlos Rocha – Selo Multiversos

“Em seu conto, ou autor nos leva ao interior do Brasil onde uma comunidade de agricultores tem uma série de desgraças ocorrendo em suas terras e que uma possível explicação para este fato, seja bruxaria, ou mesmo, o culto ao demônio. O tipo de narrativa feita pelo protagonista dá um tom de desesperança e depois horror e me lembrou bastante alguns dos escritos de H.P. Lovecraft. Um conto sufocante com um bom ritmo de desenvolvimento e desfecho igualmente desesperador”.

http://selo-multiversos.net/resenhas-2/sagas-vol-3-martelo-das-bruxas/#sthash.0M5OKNsX.dpbs

Nikelen Witter – Sul 21

“(…) é escrito tendo por cenário um tempo moderno. Claustrofóbico, de ação lenta, quase inexistente. Lembrou-me um pouco Lovecraft. Deixa um gosto de “sem saída” ao final do livro. O narrador/personagem consegue carregá-lo junto em sua depressão. De fato, acho que eu apenas gostaria que, ao fim, a dúvida entre verdade e loucura se instalasse. Isso diminuiria a depressão do conto e aumentaria o medo. Contudo, a escolha do autor é muito bem sustentada na narrativa e mantém o final no alto nível de todo o texto”.

http://nikelenwitter.sul21.com.br/2012/01/bruxas-de-domingo/

Daniel Borba – Além das Estrelas

“Este conto mostra uma comunidade afetada por uma desgraça sem precedentes. Gado e plantações são destruídos sem motivo aparente, até que a população passa a associar a desgraça à presença de uma família que se mudou recentemente para a região. O  narrador acaba descobrindo a causa do problema e, pior, que essa causa está bem mais próxima do que lhe parece. Gostei bastante desse conto”.

https://alemdasestrelas.wordpress.com/2012/04/24/sagas-martelo-das-bruxas/

Changkwr – Skoob

“Missa Negra de Duda Falcão conta história de um homem e seu relato da desgraça que o afetou depois de um tempo na sua fazenda que resolveu comprar. Depois que um vizinho se mudou, sua vida mudou e a todos a seu redor, a culpa: bruxaria. Há muitas reviravoltas na história, apesar de ser curta. Não pense que você conhece quem você ama”.

http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/185656

Bisão do Sol Poente

Rafael Noris – Coisas Horrorosas

“Kane Blackmoon é um mestiço caçador de recompensas. Em sua busca por um dos criminosos mais procurados da região, Hernandes Caldéron, Kane faz amizade com um índio sioux que lhe conta sobre uma entidade maligna que foi libertada e está envolvida nos crimes recentes do bandido. Juntos eles tentarão novamente prender aquilo que não devia ter sido solto. Duda Falcão abre a antologia com um ótimo conto, um dos meus preferidos, claramente inspirado no terror lovecraftiano. A capa do livro é inspirado nele, aliás. A história do personagem central é muito bem construída e nos faz desejar ver mais coisas com ele”.

http://www.coisashorrorosas.com.br/2014/09/resenha-sagas-estranho-oeste.html

Carlos Rocha – Skoob

“Em Bisão do Sol Poente de Duda Falcão, acompanhamos a primeira aventura sobrenatural do pistoleiro Kane Blackmoon. Este tem como missão pegar um ladrão de bancos e seu bando, mas o que seria uma caçada comum, se transforma num enfrentamento com o estranho, sobrenatural e finalmente a descoberta da própria essência e novo propósito de vida do protagonista. O texto é gostoso de ler e nos faz mergulhar na ambientação e para mim foi o conto que se destacou nesta antologia”.

http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/169753

Tatiana Inda – Leitora Viciada

“Esta história é excelente, detalhada, e muito bem escrita. Ótima escolha para iniciar a leitura e prender o leitor às próximas histórias.
Um caçador de recompensas descobre um rastro de assassinatos violentos quando procura por um grupo de ladrões. Uma personagem enigmática surge, um índio siox que conhece segredos da feitiçaria antiga e quer ajudá-lo. Ele parece saber muito mais do que aparenta. Uma boa história – adorei o lado oculto dela. O protagonista é um anti-herói muito interessante”.

http://www.leitoraviciada.com/2012/03/sagas-volume-2-estranho-oeste-de-varios.html

Bruno – Livros em Pauta

“Nele, acompanhamos Kane Blackmoon, um caçador de recompensas. Kane está procurando pelo ladrão de bancos Hernandés Calderón. Tudo indica que Calderón está em uma pequena cidade do velho oeste. Chegando à cidade, o caçador de recompensas vê tudo destruído. Casas queimadas, várias pessoas mortas e um enorme silêncio. Kane não consegue acreditar que Calderón tenha feito aquilo. Nenhum homem conseguiria acabar com uma cidade inteira. A dúvida se instala em sua cabeça, e ele resolve continuar seguindo os rastros de Hernandés Calderón. Mas, antes ele decide descansar um pouco embaixo de uma árvore. Enquanto descansa, um índio sioux se aproxima dele, e revela que sabe quem ele é, e sabe também o que aconteceu naquela cidade. Depois de conversarem mais um pouco, os dois se juntam e partem na perseguição do ladrão de bancos. Um forte e temível demônio está possuindo Hernandés Calderón. Kane e o índio sioux verão que para derrotar tal força, será preciso fazer sacrifícios”.

http://livrosempauta.blogspot.com/2011/06/resenha-estranho-oeste-sagas-2-varios.html

Pat Kovacs – Alternativos e independentes

“Bisão do Sol Poente é um conto fabuloso em que se mistura o horror sobrenatural, xamanismo, a sabedoria ancestral incorporada no nativo sioux Sunset Bison, e o delicioso personagem anti-herói Kane Blackmoon, um caça-recompensas mestiço e imperfeito, que comete erros infames e se arrepende disso. Eu já comentei que adoro personagens errados, não foi? Pois parece que Duda Falcão também, para o meu deleite XD~
Tudo começa com Kane na caça do bando de pistoleiros de Hernandes Calderón. Caçar bandidos era o seu ganha-pão e também diversão. Mas os fatos tomam outro rumo quando Kane se depara com um saloon em que uma bizarra carnificina ocorrera. E a realidade ficou ainda pior ao constatar que a chacina não se restringia ao saloon: todas as casas do pequeno povoado estavam com seus habitantes dilacerados de uma forma tal que se descartava a hipótese de que algo assim tenha sido cometido por um humano ou animal.
O índio Sunset Bison vai no encalço de Kane, pois caçava o mesmo que ele, embora o caça-recompensas ainda não soubesse disso. Num momento de descanso, as origens de Kane são reveladas e algo mais além disso, até a sua forma transcedente de corvo, seu animal sagrado, o Totem.
E Kane ‘Lua Negra’ é um caçador de espíritos malévolos!
Hernandes Calderón havia se tornado um ‘hospedeiro’ quando invadiu o território sagrado de Bison, libertando a aberração espiritual que estava aprisionada num pote de cerâmica adornado com inscrições magísticas. De simples caçada a bandidos sanguinários, a perseguição se tornou uma verdadeira caçada a um monstro sobrenatural pior que o diabo!
Dos 3 volume de Sagas, este é o melhor conto de Duda Falcão. É possível, até, que ele tenha encontrado aqui, na weird west, sua verdadeira praia :)”.

http://alternativosindependentes.blogspot.com.br/2012/02/resenha-sagas-vol-2-estranho-oeste.html

Marcos de Sousa – Desbravadores de Livros

“(…) narra a saga de Kane Blackmoon, um caçador de recompensas que estava atrás do grupo de Hernandes Calderón, um bandido muito procurado. Porém, com o decorrer das páginas, descobrimos que Calderón está tendo uma mística ajuda e que Kane precisará de muito mais que alguns tiros para vencer seu inimigo. Duda Falcão abre muito bem o livro com este conto. Aliás, na minha opinião, o melhor conto da obra. Além de ação e suspense, temos mortes, um pouco da mitologia indígena americana e muito de H. P. Lovecraft. Se não bastante, o personagem principal é bem trabalhado e a narração é muito boa, fazendo com que desejássemos que o conto não acabasse”.

http://desbravadoresdelivros.blogspot.com.br/2014/07/resenha-sagas-estranho-oeste.html

Nerd Mutante

“A história do caçador de recompensas Kane Blackmoon que em sua caçada acaba se deparando com um cenário de terror e morte. Em sua jornada Kane encontra um andarilho, Sunset Bison, um indígena que vai lhe mostrar um mundo diferente do normal, e que aquilo que Kane caça está muito além de um simples bandido. A aventura de Duda Falcão é uma verdadeira caça ao demônio, com direito a todos os elementos que vemos em histórias do gênero. O maior problema da história é que não temos mais Kane, me interessei muito pelo personagem e gostaria de vê-lo mais vezes em ação”.

http://www.nerdmutante.com.br/2013/11/tem-algo-fascinante-no-sobrenatural-que.html

Asas negras

Daniel Borba – Além das Estrelas

“Asas Negras, do sempre competente Duda Falcão, conta a história de um garoto sem perspectivas na vida que certa noite tem um sonho perturbador”.

http://alemdasestrelas.wordpress.com/2011/04/01/o-mal-bate-a-sua-porta/

Rito necromante: Criar Zumbi

Andrea Galvão – Own Mine

“(…) que tal aprender um ritual para a cura rápida? Após algumas leituras profanas, 5 compadres resolveram testar o ritual: e deu certo! As feridas rapidamente foram cicatrizada e as dores em pouco tempo deixaram de existir. Mas será que o ritual serve mesmo só para curar apenas feridas? Adorei o conto. Acho legal ver essas culturas diferentes – e morro de medo que alguma dessas coisas profanas sejam mesmo verdade! Típico de um filme de terror”.

http://www.ownmine.com.br/2014/02/zumbis-quem-disse-que-eles-estao-mortos.html

Somos

Tibor Moricz – É só outro blog

“Experiência alucinógena leva protagonista a uma fascinante viagem. Conto curto e com argumento original”.

http://esooutroblogue.wordpress.com/2010/08/19/ufo-lido-e-comentado/

Relíquia

Cesar Silva – Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica 2010.

Relíquia, de autoria do professor universitário Duda Falcão, homenageia o conto O Gato Preto, e narra a história de um menino curioso que visita uma espécie de show de aberrações literárias. Metaficção realizada com talento e sensibilidade poética, num estilo que, menos do que Poe, lembra mais a Ray Bradbury – outro grande mestre da ficção fantástica”.

Tyr Quentale – Skoob

“Duda Falcão sabe como cativar. O incentivo dá leitura subentendido no conto, deixa claro como o próprio escritor já mergulhou em diversos mundos paralelos”.

http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/82360

Amanda Leonardi – Litera Tortura

“Em um lugar chamado Museu do Terror, encontramos diversos objetos tirados de obras da ficção, entre estes, o gato preto de Poe, empalhado. O dono do museu explica como conseguiu o gato, contando uma espécie de continuação do conto O Gato Preto. Uma história muito boa de metaficção contada de uma perspectiva neutra, em terceira pessoa, onde encontramos outras referências literárias, além de Poe. Um conto realmente marcante e interessante para fãs do Edgar e de literatura em geral”.

http://literatortura.com/2013/07/poe-200-anos-autores-nacionais-escrevem-contos-inspirados-em-edgar-allan-poe/

Sem lembranças daquele inverno

Rafael Noris – Coisas Horrorosas

“O feiticeiro Gimedjin teve uma pedra poderosa roubada por uma de suas escravas-aprendizes e precisa recuperá-la. Para isso, manda seu anão encontrar Atreil, um famoso mercenário, para que possa fazer sua oferta e mandá-lo a Floresta dos Desejos para reaver sua gema. Achei o conto divertido, cínico, principalmente o final (que mais do que tudo é surpreendente). A narrativa é bem dinâmica, fluída e direta, do jeito que gosto”.

http://www.coisashorrorosas.com.br/2014/07/resenha-sagas-espada-e-magia.html#.U8PsGPldV1Y

Marcos de Sousa – Desbravadores de Livros

“No último conto, Sem Lembranças Daquele Inverno, Duda Falcão começa narrando a busca de um anão, servo de Gimedjin, por Atreil, um guerreiro muito conhecido por suas batalhas travadas. Gimedjin precisava que tal guerreiro recuperasse uma pedra mística que foi roubada de si. Porém, não seria uma tarefa tão simples, pois tal pedra havia sido furtada por uma poderosa bruxa.
Duda Falcão fecha muito bem o primeiro volume da série Sagas, apresentando-nos o conto mais voltado para o fantástico do livro. Novamente, encontramos um final inesperado e algumas reviravoltas. Outro ponto positivo foi os poderes da bruxa que são bem incomuns e pouco explorados em outras narrativas do gênero. Para quem gosta de enredos com bruxas, esse conto é uma boa pedida”.

http://desbravadoresdelivros.blogspot.com.br/2014/06/sagas-espada-e-magia.html

Tatiana Inda – Leitora Viciada

“Atreil é um mercenário digno de inúmeras e surpreendentes vitórias – tudo por um grandioso pagamento, claro. Nas Terras de Lhu ele precisa completar mais uma missão. Esta aventura faz o leitor perder o fôlego perante às etapas ultrapassadas pelo protagonista. O poder principal da feiticeira é ótimo”.

http://www.leitoraviciada.com/2012/02/sagas-volume-1-espada-e-magia-de-varios.html

Pat Kovacs – Alternativos e Independentes

“Eu aprecio muito histórias com personagens ‘errados’: anti-heróis, mocinhos imperfeitos, vilões sensatos e moralizados, enfim, personagens que não costumamos ver por aí, mas que trazem alguma identificação com o leitor. Afinal, todos somos mais ou menos anti-heróis, imperfeitos e possuímos alguma sensatez em meio a nossa insanidade diária.
Esta noveleta começa com ‘o servo de Gimedjin’, um anão escravo e capacho de um bruxo poderoso que precisa dos serviços de Atreil, um assassino de aluguel. Bastou algumas linhas para criar simpatia pelo pequeno.E Atreil não fica atrás: o próprio anti-herói-anti-vilão, rs.
O serviço de Atreil era bastante simples: invadir a casa da ex-aprendiz de Gimedjin, o feiticeiro, e recuperar uma preciosa pedra que ele diz ter sido roubada pela garota. Serviço aceito, o mercenário parte para sua missão, mas até chegar ao tal artefato mágico, ele terá que enfrentar muitos obstáculos.
A ex-aprendiz, que se tornou uma poderosa feiticeira, tinha como principal manifestação de poder a manipulação e o controle de animais, então Atreil enfrentará desde lobos famintos até monstros metamorfoseados. Apesar de ele lutar magistralmente e vencer a todos, o final é totalmente surpreendente.
O conto me lembrou um game, especialmente tipo RPG, em que o herói tem que ir vencendo obstáculos cada vez mais difíceis, subindo de fase até chegar ao prêmio, que deverá conseguir enfrentando o mestre final, que, neste caso, se trata da feiticeira. Achei muito divertido. E algo que percebo nas obras de Duda Falcão é um humor sarcástico velado, como alguém que leva a sério a sua brincadeira”.

http://alternativosindependentes.blogspot.com.br/2012/02/resenha-sagas-vol-1-espada-e-magia.html

Nery – Skoob

“Narrativa ágil mas sem perder os detalhes. A trama parece simples, mas tem um desenvolvimento que prende e um final muito bom. Mais um conto no estilo Conan, com uma pitada de inovação no final. (5 estrelas)”.

http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/135475/mpage:2

Tânia Souza – Litfan

“Duda Falcão, em Sem Lembranças Daquele Inverno traz personagens tão sombrios quanto às vielas por onde caminham no Porto de Dartmor. Um servo que teme e sofre com a crueldade de seu senhor procura por Atreil, o mercenário. Por meio das descrições de tabernas, piratas, guerreiros embriagados e prostitutas desnudas, um ambiente decadente se materializa. Feiticeiros disputando uma jóia mística, florestas sombrias, vingança, reviravoltas, magia poderosa, um mercenário destemido e ambicioso, lobos e outros animais ferozes esperam pelo leitor. Algumas cenas de enfrentamento poderiam ter se estendido mais no entanto, o texto mantém um bom ritmo nos eventos narrados. Um elemento interessante nessa narrativa é a ótima caracterização dos personagens, indo além do protagonista; o anão, servo de Gimedjin, por exemplo, tem personalidade marcante”.

http://alitfan.blogspot.com.br/2011/06/sagas-sempre-e-tempo-de-magia-e-espadas.html

Bruno – Livros em Pauta

“Nele vemos um atrapalhado anão, que por ordens do seu mestre, está a procura do mercenário Atreil. O anão procura nas tabernas da cidade, mas quando está quase desistindo Atreil o encontra e questiona porque o está procurando. Sem delongas, o pequeno homem diz que Gimedjin, o mago da cidade, seu mestre, tem uma missão para Atreil, e assim ele leva o mercenário até o mago. Gimedjin dá a seguinte missão a Atreil: ele deve pegar de volta a gema de Gailfenir, que sua ex-aprendiz roubou dele. De acordo com o mago, a antiga aprendiz é uma feiticeira fraca e será fácil pegar a gema de volta. Ele não tem ideia de como está enganado”.

http://livrosempauta.blogspot.com/2011/06/resenha-espada-e-magia-sagas-1-varios.html

Carlos Rocha – Skoob

“Acompanhamos a tarefa do mercenário Atreil de recuperar um objeto roubado pela aprendiz do feiticeiro Gimedjin da cidade portuária de Dartmor. Atreil é bom no que faz e coleciona uma série de feitos de renome e é nele que Gimedjin deposita suas esperanças de recuperar a gema de Gailfenir e vingar-se de sua aprendiza. Direcionado por Gimedjin, ele enfrenta uma série de perigos até o confronto final com a feiticeira, mas deste confronto surgem algumas surpresas que dão um toque especial ao desfecho da noveleta”.

http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/135475/mpage:3

Daniel Borba – Além das Estrelas

“Sem Lembranças Daquele Inverno, do talentoso Duda Falcão, fecha a trilogia. Nela, o leitor encontra um heroi cínico e falastrão, convocado para recuperar uma pedra mágica em posse de uma feiticeira. Inúmeros obstáculos são colocados em seu caminho até que ele consiga cumprir sua missão. Essa história se passa nas Terras de Lhu, um mundo de fantasia e magia criado pelo autor. O heroi é muito bem caracterizado e a história tem um desfecho muito interessante”.

http://alemdasestrelas.wordpress.com/2011/01/16/sagas-espada-e-magia/

Museu do Terror

Mario Carneiro Jr. – Blog Concurso Escritores de Terror

“Uma história sutil e escrita de maneira quase poética, no melhor estilo Ray Bradbury. Museu do Terror é, acima de tudo, uma bela homenagem ao gênero terror (e certamente, quem conhecia as obras mencionadas aproveitou muito mais o conto). É uma pena que os leitores tenham sentido falta de “mais terror”, mas o objetivo do conto não era esse. Conforme foi bem observado, o objetivo era fazer um confronto entre o terror fictício (a fantasia, que diverte, que é brincadeira apenas) e o terror da realidade (a bomba atômica, uma arma de destruição em massa muito mais terrível do que qualquer monstro fictício). Felizmente, o autor Duda Falcão resolveu continuar o seu conto numa série de histórias, que sugiro a todos que acompanhem com atenção. Parabéns pela criatividade e execução impecável, Duda. Seu conto é fantástico!”.

http://concursoescritoresterror.blogspot.com.br/2009/07/comentarios-dos-contos-e-resultado-do.html

Mario Carneiro Jr. – Blog Biblioteca Mal-Assombrada

“… realmente deixa algo a desejar: ele é muito curto (o que não deixa de ser um elogio, pois isso só é um defeito quando queremos ler ainda mais). Além disso, ele apenas arranha a superfície do imenso potencial da história, crítica feita por mim e outros leitores na época do concurso. Enfim, percebendo o mesmo que nós, Duda Falcão resolveu transformar o conto em uma série de histórias, falando mais sobre o museu e seu misterioso administrador, sempre expondo pequenos detalhes a cada história, fornecendo peças de um quebra-cabeças delicioso de montar!
O detalhe mais interessante e saboroso para os fãs da literatura de horror (e ficção em geral) são as citações: todas as peças do museu são artefatos retirados de contos ou romances de horror, ficção e fantasia. Nas histórias, vemos a mão do macaco, o gato preto de Allan Poe, o monstro invisível de O Horla (ok, esse nós não vemos, rsrs) e outras preciosidades. Duda Falcão escreve muito bem, em muitos momentos lembrando Ray Bradbury pelo carinho com o tema e pela ambientação quase nostálgica”.

http://bibliotecamalassombrada.blogspot.com.br/2009/08/sugestao-de-blog-museu-do-terror.html

Cristina Alves – Rascunhos

https://acrisalves.wordpress.com/2016/03/16/o-museu-do-terror-duda-falcao/

Espírito do Totem

Adrianna Alberti – Meu inútil

“Uma tribo, um xamã, um espírito protetor, o rito de passagem de cargo. Gostei pela alternativa dos lobisomens sendo lobos – guarás (veja Fúria Lupina) e os índios sendo os portadores do espírito protetor”.

http://meuinutil.blogspot.com.br/2011/07/metamorfose-furia-dos-lobisomens.html

Sonda

Marcelo Bighetti – Skoob

“Muito criativo. Sendo um admirador de Van Gogh fiquei muito curioso para saber onde a história levaria este grande artista”.

http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/40134

Foto: Roberta Scheffer

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2 respostas em “Resenhas

    • Bom dia, Cristina!
      Fico contente que tenha ficado curiosa. 🙂
      No meu livro Mausoléu existem mais dois contos publicados com histórias do Museu do Terror. Outras serão publicadas em breve.
      Vi que você é de Portugal e tem um site em que publica resenhas. Se você tiver interesse em resenhar o Mausoléu eu envio para você um livro de presente e autografado.
      Entre em contato pelo e-mail dudawfalcao@gmail e informe o seu endereço para que eu possa enviar o livro.
      Um abraço tentacular para você!

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